Distrito Federal enfrenta um dos piores momentos da pandemia, são 415 pessoas aguardando na fila para leito de UTI

Pedro Ladeira
Pedro Ladeira

Como agravamento da bandeirinha de covid-19 o Distrito Federal passou a conviver com o cenário desolador em que pessoas são atendidas na recepção de hospitais e corpos permanecem no Chão das unidades de saúde até serem removidos.


O quadro fez com que o governo convocasse dentistas para atender pacientes com covid-19, como aponta uma circular assinada pelo secretário-adjunto de assistência à saúde Petrus Leonardo Barrón Sanchez, nesta segunda-feira.


Os anestesistas também foram encaminhados para atendimento aos pacientes com necessidade de intubação, exceto no centro cirúrgico das unidades hospitalares.


Para conseguir se manejar os trabalhadores de saúde o governo estão todos os ambulatórios da atenção secundária com exceção daqueles voltados à saúde mental as medidas segundo documento seria uma forma de mitigar as dificuldades no atendimento ao paciente com Covid.


Além disso foram suspensas todas as cirurgias eletivas cardiovasculares oncológicas e também os transplantes na rede pública do Distrito Federal outra recomendação é para que sejam suspensas as licenças prêmios de servidores durante o período.


O Distrito Federal enfrenta um dos piores momentos da pandemia a 415 pessoas À Espera de um leito de UTI unidade de terapia intensiva a taxa de ocupação É de 95,8% nesta sexta-feira 23 com a situação crítica dos leitos nem a judicialização tem resultado na garantia de vagas imediatas segundo informou o secretário da Casa Civil do governo do Distrito Federal Gustavo Rocha, em coletiva nos últimos dias. O governo recomendou também a suspensão das cirurgias que forem judicializadas.


Fonte: Folha de S.Paulo